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What is eaten in one week:
This is one of the most interesting e-mails I've ever received.
Take a good look at the family size and diet of each country, and the availability and cost of hat is eaten in one week.
1 - Germany: The Melander family of Bargteheide
Food expenditure for one week: 375.39 Euros or $500.07
2 - United States: The Revis family of North Carolina
Food expenditure for one week $341.98
3 - Italy: The Manzo family of Sicily
Food expenditure for one week: 214.36 Euros or $260.11
4 - Mexico: The Casales family of Cuernavaca
Food expenditure for one week: 1,862.78 Mexican Pesos or $189.09
5 - Poland: The Sobczynscy family of Konstancin-Jeziorna
Food expenditure for one week: 582.48 Zlotys or $151.27
6 - Egypt: The Ahmed family of Cairo
Food expenditure for one week: 387.85 Egyptian Pounds or $68.53
7 - Ecuador: The Ayme family of Tingo
Food expenditure for one week: $31.55
8 - Bhutan: The Namgay family of Shingkhey Village
Food expenditure for one week: 224.93 ngultrum or $5.03
9 - Chad: The Aboubakar family of Breidjing Camp
Food expenditure for one week: 685 CFA Francs or $1.23
Etiquetas: Mundo
Etiquetas: Filme
Etiquetas: kapiangas
Foto: Guilherme
Etiquetas: kapiangas

No âmbito do plano anual de actividades da minha Escola são propostas Visitas de Estudo, chamadas transversais, por abrangerem alunos de diferentes níveis de escolaridade e de diferentes disciplinas. Assim, as professoras que leccionam a disciplina de Inglês e Francês planificaram para este ano uma viagem a Londres e Liverpool com o apoio da EBC Education. Trinta e um alunos e seis professoras (Inglês, Francês, Filosofia, Matemática e Biologia) embarcaram às 6 e 30 do dia 26 de Março no aeroporto de Lisboa com destino a Londres. Chegados às 9.30 a Londres partimos de autocarro para Liverpool. A visita a Liverpool incluiu o Museu dos Beatles e o estádio do Clube de futebol. No que respeita ao grupo musical foi um recuar no tempo muito agradável: Imagine, a minha música de eleição, um dos poemas mais belos alguma vez musicados; Yellow Submarine, o filme, os desenhos animados, um autocarro que percorre a cidade em forma de submarino… The Cavern, o pub onde iniciaram a sua carreira! Um sonho tornado realidade.
Londres: adorável, linda, ordenada, repleta de jardins, cosmopolita… enfim outro mundo. Visitámos o Museu Britânico, O Museu de História Natural, o Museu de cera «Madame Tussaud», Westminster, o render da Guarda
Para terminar em beleza o último dia foi passado em Windsor onde tivemos oportunidade de apreciar a grandiosidade e beleza do castelo real e que nos brindou com outro majestoso render da guarda. Pertinho de Windsor fica o Eton College, onde conhecemos a sala de aulas mais antiga de Inglaterra, já que o mesmo data do século XV, mandado construir por Henry VI, para jovens dotados, provenientes de famílias pobres. Hoje em dia continua a servir os propósitos do Rei mas acrescentaram a possibilidade de jovens de famílias ricas também lá estudarem. Apenas para rapazes, rígido nas suas regras, austero, com uma capela repleta de belos vitrais. Nele estudaram os dois jovens príncipes de Inglaterra William e Henry.
Enfim, uma semana excelente. Cansativa mas gratificante, daquelas que nos enche a alma e os olhos de beleza.
Etiquetas: viagens
E eis que temos de regresso a nossa Rosarito. Estamos à espera dos "souvenirs" maninha!
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Não resisti a partilhar esta brincadeira, ou não fosse este o filme dos filmes!
Play it again Sam!
Etiquetas: Imortalidade

Sempre fui idealista, idealista humanista. Sonhei e continuo a sonhar com um mundo melhor em que o ser humano se respeite pelo simples facto de SER. Um mundo que se pudesse retratar nos versos de António Gedeão, «o sonho comanda a vida…», da sua Pedra Filosofal. Um mundo que cumprisse a profecia de Martin Luther King: I have a dream… O lobo e o cordeiro, lado a lado, os filhos de todas as raças e espécies a conseguirem viver em harmonia…
Quando será que a humanidade aprende? Ainda não cometemos erros suficientes?
Esta amargura deve-se a uma situação que começa a ganhar terreno nas Escolas Portuguesas.
Passo a expor. Sempre confessei aos meus familiares, amigos e alunos, que me considerava uma privilegiada pois consegui, o curso que me apaixonava e a profissão que tanto respeitava. Licenciei-me em Filosofia, enquanto trabalhadora estudante, em cinco anos de Universidade: sou bacharel e licenciada; tornei-me professora do Ensino Secundário, sentindo-me honrada pela possibilidade de ter influência na aquisição de conhecimentos de muitos adolescentes e, pelo enriquecedor que é acompanhar, mesmo que só durante os três anos do Ensino Secundário, o desabrochar das capacidades de reflexão e crítica desses mesmos jovens. A alegria de os encontrar, já formados, com filhos, a reconhecerem a professora e a cumprimentá-la com respeito e amizade; é uma bela profissão! Cansativa, com pouco tempo para nós, pois a evolução dos conhecimentos não se compadece de quem não consegue actualizar-se. Constante, porque o trabalho não acaba na escola. Angustiante quando constatamos situações familiares difíceis que nos ultrapassam. No entanto gratificante pelo relacionamento humano que nos permite.
Hoje estou deveras preocupada! Já não é só pelo stress que as novas directivas governamentais me provocam, nem pelas injustiças que o novo modelo da carreira docente provocou.
Estão a transformar as escolas em prisões…
Ao ouvir a descrição do professor encarregado do novo sistema de segurança da escola senti-me a fazer parte de um romance de ficção. Quem leu a obra «1984» de Georges Orwell, e a sua profecia do Big Brother, vai assistir à sua aplicação nas escolas portuguesas: cartões com uma banda magnética, sensores à entrada da escola; na papelaria, no bar, na cantina tudo se resolve com um cartão com um código. Na sala de aula um portátil com ligação à internet onde os sumários são lançados assim como as faltas dos alunos. Não consigo transmitir tudo o que ouvi, sei que a minha sensação do «já li isto em qualquer lado» é partilhada por mais professores da minha escola e a referência foi unânime e simultânea: não foi em 1984, mas está a acontecer em 2008. Por este andar nem em casa teremos privacidade. É isto que se entende por «aldeia global»?
Os direitos humanos estão a ser subvertidos, os valores são alterados de uma forma tal que se dá mais importância aos números do que às pessoas.
Estou desiludida, mas não me calo, nem baixo os braços. «Até que a voz me doa» vou continuar a bradar contra a corrente, se necessário!
Etiquetas: Outras Tribos
Etiquetas: Ilusões

Etiquetas: Cipaios
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