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2006/06/21

Pautados pelo ritmo da Copa 




No jardim ibérico à beira Atlantico vamos continuar mais uns dias a viver ao ritmo e em função do que se vai passando pelas estádios germânicos, e até espero se possivel que seja até dia 9. E digo isto não por apreciar um jogo visto no conforto do sofá. É que para quem não gosta e até detesta, o resultado é exactamente o mesmo, dada a quantidade de programas televisivos que são transmitidos pelos 3 canais, ainda que não sejam transmissões de jogos em directo.

Já em Angola, a vida vai praticamente voltar ao normal, pois a Copa já não tem o mesmo sabor a partir de hoje. Mas fica a satisfação de ter estado entre as 32 maiores e melhores selecções mundiais, e isto num país com uma história ainda curta, principalmente no que toca a vivencia em PAZ. Bem hajam meus irmãos. Espero poder estar pessoalmente convosco daqui a algum tempo, e poder estar na terra que me viu nascer. Ainda que não tenham chegado aos oitavos de final...


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2006/06/12

Adeus Ruca 




Não podia deixar de registar aqui a passagem deste amigo que com os seus trinados tão fortes, conseguia fazer pensar a vizinhança que dum alarme se tratava.

Muitas vezes trocámos assobios, (os teus bem mais afinados) embora fizesse o favor de me responder e reconhecer.

Mas este é o ciclo da vida, uns mais tempo outros menos, mas cada um que se preocupe em cumprir da melhor forma com o horário que lhe foi destinado.

Marcaste uma época cá em casa.


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Com um golo aos 4 minutos...

Valeu amor e alegria vivida por esse mundo fora!

Como diria o saudoso Jorge Perestrelo:

É disto que o meu povo gosta!



Foto: Jornal "Público"

E amanhã é outro dia de festa, vai Brasilllll... que essa família ninguém pára!



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2006/06/08

Nacionalismo?... 




O arrepio e a emoção que sinto sempre que ouço o hino nacional, encontrará a sua justificação na saudade, ou pura e simplesmente no gozo de conseguir sentir-me unido a este povo.
Lembro-me dos tempos da aprendizagem das letras, lá por terras do sul de Angola, andava no 2º ou 3º ano e a escola tinha sido “convidada” a participar na recepção ao Governador-Geral e tínhamos de fazer bonito. Tomar banho, vestir bata lavada, pentear…
Além de cantar, Heróis do Mar Nobre Povo Nação Valente e Imortal, Levantai Hoje de Novo, também íamos cantar uma nova, Angola é nossa gritarei é carne é sangue da nossa grei, para libertar, para defender, para lutar até morrer... (e gritávamos mesmo). As bandeiras vermelhas e verdes eram para ser agitadas acima da cabeça. E quando o senhor chegasse à varanda havia que gritar o mais alto que pudéssemos VIVA ANGOLA, VIVA PORTUGAL.
Vivas, para nós crianças, com um único significado, o nosso espaço, aquele debaixo dos pés, das nossas brincadeiras, das nossas árvores, os nossos colegas, o nosso mundo. Europa e Américas eram outras galáxias, ih bué da distantes memo.
Ao meu lado estava o Cativa, com um sorriso que condizia com a bata impecavelmente branca, também ele gritava Angola é nossa gritarei…E até concurso fazíamos a ver quem gritava mais alto!
Anos mais tarde, partilhando as mesmas salas de aula, mas já no ciclo preparatório, tínhamos percebido que havia o Portugal e Angola, definições distintas agora. A bandeira agitada era vermelha e preta ele já conhecia outro hino, o dos Pioneiros, e a bata branca tinha dado lugar ao camuflado. Foi abatido nas ruas do Lubango. E eu … depois de muitas aventuras, estou aqui, naquela outra galáxia de verde e vermelho.
Emociono-me e arrepio-me com o hino, emociono-me e arrepio-me com os sorrisos de tantos meninos sem batas brancas, mas com uma alegria que guardo do Cativa, do Santo, do Zézito, da Augusta, do Novo, do Espinha, do Fitas …e que revejo agora na festa das ruas de Luanda!
Aiué mamãe ué, esse madié vai sofrer no Domingo, aiiii! ...

P.S. Interessante entrevista sobre um dos dialectos de Angola no Angonotícias.


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2006/06/01

Um dia a ser todos os dias... 



Quem amar verdadeiramente a criança
Não poderá deixar de ser fraterno:
Uma criança não conhece fronteiras,
Nem raças,
Nem classes sociais:
Ela é o sinal mais vivo do amor,
Embora, por vezes, nos possa parecer cruel.
Frágil e forte, ao mesmo tempo,
Ela é sempre a mão da própria vida
Que se nos estende,
Nos segura
E nos diz:
Sê digno de viver!
Olha em frente!

Matilde Rosa Araújo


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